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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Reconhecimento...

A carta de uma paciente, descrevendo de um modo simples, mas acertado,
a transformação necessária. Diz ela: "Do mal, muito me veio de bem. Conservar a
calma, nada reprimir, permanecendo atenta e aceitando a realidade — tomando as coisas
como são, e não como eu queria que fossem — tudo isso me trouxe um saber e poder
singulares, como nunca havia imaginado. Sempre pensara que, ao aceitar as coisas, elas
me dominariam de um modo ou de outro; mas não foi assim, pois só aceitando as coisas
poderemos assumir uma atitude perante elas. (Anulação da participation mystique!).
Agora jogarei o jogo da vida, aceitando aquilo que me trazem o dia e a vida, o bem e o
mal, o sol e a sombra, que mudam constantemente. Desta forma, estarei aceitando meu
próprio ser, com seu lado positivo e seu lado negativo. Tudo se tornará mais vivo. Como
fui tola! Eu pretendia forçar todas as coisas, segundo minhas idéias!"

trecho do livro: O segredo da flor dourada.

...Consciência ... Trecho do livro - O segredo da flor dourada.

Esta característica de plenitude ou "plenificação" descreve um estado anímico
que talvez se pudesse caracterizar melhor como um desprendimento da consciência em
relação ao mundo e como a retirada da mesma para um ponto por assim dizer
extramundano. Tal consciência está ao mesmo tempo vazia e não-vazia. Ela não se
encontra mais preocupada, preenchida com as imagens das coisas, mas apenas as
contém. A abundância anterior do mundo, imediata e premente, nada perdeu de sua
riqueza e maravilha, mas não domina mais a consciência. O apelo mágico das coisas
cessou, porque se desenredou o entrelaçamento originário da consciência com o mundo.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Trecho - O segredo da flor de ouro

Mergulho interior não deve servir de campo para a imaginação, mas sim crescer novamente das profundezas obscuras do esquecimento, a fim de expressar os pressentimentos extremos da consciência, e a intuição mais alta do espírito: assim se funde a consciência presente, com o passado originário da vida.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A porta para a consciência.

Você terá de ir um pouco mais fundo. Terá de fechar os olhos. Terá de se observar interiormente. Terá de ficar silencioso. Se não chegar a um ponto de profundo silêncio interior, nunca saberá quem é.

Eu não posso lhe dizer quem você é. Não há como. Todo mundo tem de descobrir por si mesmo. Mas você existe — isso é certo. A única questão, para atingir o âmago do seu ser, é encontrar a si mesmo. E é isso que venho ensinando durante todos esses anos.

O que chamo de meditação nada mais é do que um artifício para que você descubra a si mesmo.

Não me pergunte. Não pergunte a ninguém. Tem de achar a resposta dentro de si mesmo e mergulhar muito fundo para descobri-la. E está tão perto — basta dar uma volta de 180 graus para encontrar essa resposta.

Vai ficar surpreso ao descobrir que você não é o seu nome, nem o seu rosto, nem o seu corpo, nem mesmo a sua mente.

Você é parte de toda a existência, de toda a sua beleza, grandeza, felicidade, seu imenso êxtase. Conhecer a si mesmo é consciência.




Quem conhece os outros é inteligente, quem conhece a si mesmo é ILUMINADO.

Osho, em "Corpo e Mente em Equilíbrio"


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Cosciência em tudo que há!

Meditação: da inconsciência para a consciência

Existem mil e uma idéias errôneas a respeito da meditação, predominantes em todo o mundo. A meditação é muito simples: nada mais é do que consciência.
Ela não é entoar salmos, não é usar um mantra ou um rosário. Esses são métodos hipnóticos; eles podem lhe dar um tipo de repouso — e nada há de errado com esse repouso; tudo bem, se estivermos simplesmente tentando relaxar.
Qualquer método hipnótico pode ajudar, mas, se você desejar conhecer a verdade, então ele não será suficiente.
Meditação simplesmente significa transformar sua inconsciência em consciência. Normalmente, apenas um décimo de nossa mente está consciente, e nove décimos estão inconscientes. Apenas uma pequena parte de nossa mente tem luz, uma fina camada; fora essa parte, toda a casa está imersa na escuridão.
E o desafio é ampliar tanto essa pequena luz que toda a casa fique repleta de luz, sem deixar um único recanto no escuro.
Quando toda a casa está repleta de luz, a vida é um milagre, tem a qualidade da magia. Então, ela não mais é comum — tudo se torna extraordinário. O mundano é transformado no sagrado e pequenas coisas da vida começam a ter um imenso significado, jamais imaginado.
Pedras comuns parecem tão belas quanto diamantes… toda a existência se torna iluminada. No momento em que você se ilumina, toda a existência se ilumina. Se você estiver na escuridão, toda a existência estará na escuridão. Tudo depende de você.

Osho...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Despertar - trecho do livro lor dourada - Osho-


Flor Dourada. É um símbolo.
A flor representa a totalidade, perfeição. A flor representa a expressão mais remotas do potencial, a realização do potencial. A flor representa a beleza, a grandeza, o esplendor do ser. E a menos que você se tornou uma flor de lótus de mil pétalas ou uma Flor Dourada . Osho




 

Sem intermediar, o que é

Eu me deparei com uma citação do Osho muito interessante que dizia assim, mais ou menos: Meditação é quando não existe um intermediário entre você e a realidade. E Ele a carimba com aquela arte dizendo: o intermediário entre você e a realidade é a mente. É sempre desnecessário dizer, mas para você ouvir e ressoar na mesma freqüência do Silêncio você precisa ficar em silêncio.

Por incrível que pareça, por mais que a árvore tenha sido queimada e detonada, se você sentar silenciosamente perto dela e absorver a mensagem que ela te dá, não vai ser outra coisa a não ser paz. Você pode projetar tristeza na árvore, mas ela do centro dela não vai manifestar isso. A vida nunca é triste. A mente, o intermediário é sempre triste. Quando eu removo o intermediário, eu removo a descrição do que quer que seja.


Olha que incrível, no mundo do intermediário, a interlocução é sempre da busca da descrição perfeita. Como é que você está? Como é que está a sua vida? Você não está parecendo muito bem, você não está legal? O tempo todo você é bombardeado. E você se importa.

A remoção do intermediário é criar a possibilidade latente de ficar quieto, ser quietude, agora.
O galo canta, o vento venta e eu repouso.
Eu sinto a vibração do corpo inteiro tranqüilo.
De repente, me dou conta, estou em paz.
Eu estou em casa.
A árvore.
A paz.

Satyaprem

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Reconhecimento...

Você precisa ver que diante de uma resposta a respeito de quem é você, passado um tempo, aquilo não é mais.
E você insiste, vê uma outra coisa, e logo aquilo também não é.
Este é o momento dos primeiros vislumbres de que você está atrás de uma ficção e só existe uma saída.
Somente uma...
Ainda não direi qual é, mas vou contar uma história:
Um dia, numa árvore repleta de frutas, uma das frutas caiu no chão.
As outras começaram a zombar dela...
enquanto ela, olhou para cima e exclamou:
"Suas imaturas!"


Satyaprem

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Olhai a grande dança da vida.

Você tem uma noção totalmente equivocada. A vida não é sua, ela é você, não tem duas coisas. Você não sabe o que fazer com a sua vida porque não tem como saber, é pura abstração. Você não precisa fazer nada com a vida, é a vida que está fazendo algo com você. É ela que oferece a fome, o sono e as suas relações. Estamos aqui para perceber que esse processo é um teatro. Você está num camarote vip e, identificado com a noção de controle e poder, crê que tem que participar ao invés de apenas observar.
Satyaprem

Desista do pequeno eu!

O pequeno eu não pode ver o que estou apontando, porque ele não tem olhos para ver. É quando você começa a vê-lo em ação que fica claro que você está vendo a partir da Observação. Isso é despertar para quem você verdadeiramente é. Quanto mais você se dá conta da existência do pequeno eu, mais você se afasta dele e se aproxima de quem você é; você se destaca do pequeno eu e se identifica com aquele que observa.
Isso é liberdade, quando você vê aquilo que você chamava de si mesmo sem mais chamá-lo de “eu”. Note que não é você que tem fome, sono, desejo, dor etc. Você é aquele que observa todos os acontecimentos. Essa percepção não provém do pequeno eu – desista! – o pequeno eu não nota, ele é totalmente cego e seus propósitos são totalmente obscuros.

INOCÊNCIA -

INOCÊNCIA -
AS FOTOS SÃO DE UMA GAROTINHA CHAMADA TIPPI, NASCIDA EM NAIROBI, ÁFRICA EM 1990. CRESCEU NA SELVA COM SEUS PAIS, QUE SÃO FOTÓGRAFOS FRANCESES DA VIDA SELVAGEM. ELES DOCUMENTARAM A VIDA DE SUA FILHA COM OS ANIMAIS.


UM VAJRA-MANDALA LAMAICO

UM VAJRA-MANDALA LAMAICO

Permanecer, transparente

Permanecer, transparente

Retiro em leela

Retiro em leela

Satyaprem

Satyaprem


A Deriva

A Deriva

enxergando

enxergando

Contemplação

Contemplação

Mente

Mente

Estátua Khajuraho

Estátua Khajuraho

Khajuraho

Khajuraho









Templo Khajuraho

Templo Khajuraho